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A turnê One on One de Paul McCartney, realizada entre 13 de abril de 2016 e 16 de dezembro de 2017, foi uma das grandes turnês de sua carreira madura, reafirmando-o como presença permanente nos palcos mundiais. Surgida após as turnês Out There (2013–15), One on One mostrou McCartney – então na casa dos 70 anos – combinando repertório histórico dos Beatles e do Wings com sua extensa obra solo, em shows que transitavam entre arena e estádio. Contexto histórico: Paul já não é apenas o ex-Beatle: é um artista que construiu seis décadas de carreira. A tour ocorreu num momento em que veteranos do rock encontravam público de várias gerações; a proposta “one on one” refletia tanto a proximidade emocional buscada no set (momento solo acústico/piano) quanto a ideia de um contato direto entre artista e plateia mesmo em grandes espaços. Musicalmente, os shows reforçaram a continuidade histórica do rock pop britânico, ligando sucessos dos anos 60 a composições posteriores e lembrando a importância de McCartney como compositor e performer. Cidades e rotas: a turnê percorreu múltiplos continentes — América do Norte, Europa, Ásia e América Latina — com dezenas de apresentações em grandes capitais e arenas. Entre as paradas estiveram importantes mercados como cidades dos Estados Unidos e Canadá, várias capitais europeias (incluindo Londres e grandes cidades espanholas, italianas e francesas), metrópoles asiáticas como Tóquio, além de capitais latino-americanas. Os shows ocuparam desde arenas urbanas até estádios, atingindo grandes plateias e frequentemente esgotando ingressos. Formato e repertório: a estrutura típica do concerto alternava grandes hits (“A Hard Day’s Night”, “Hey Jude”, “Live and Let Die”, “Band on the Run”) com momentos íntimos ao piano ou violão — “Blackbird”, “Maybe I’m Amazed” — e improvisos que agradavam colecionadores e fãs de longa data. A banda de apoio, com músicos como Rusty Anderson, Brian Ray, Paul Wickens e Abe Laboriel Jr., forneceu a energia necessária para recriar arranjos históricos e explorar variações ao vivo. Relevância para os fãs: One on One foi importante por reafirmar a vitalidade artística de McCartney e por oferecer espetáculos que ligavam gerações — jovens descobrindo os clássicos e fãs veteranos revivendo memórias. Para aficionados, cada show era uma mistura de nostalgia e renovação; para o legado do rock, a turnê consolidou McCartney como um elo vivo entre a era áurea dos Beatles e o presente musical global.
Estádio Fonte Nova (Estádio Octávio Mangabeira) é a principal arena de Salvador, conhecida por sua importância esportiva e cultural na Bahia. Inaugurado originalmente em 1951 e totalmente reconstruído entre 2010 e 2013, o local foi reinaugurado como Arena Fonte Nova para atender aos requisitos de grandes competições internacionais. Capacidade aproximada: cerca de 45–50 mil espectadores, dependendo da configuração para futebol ou eventos musicais. História e eventos notáveis: a arena substituiu o antigo estádio homônimo e recebeu jogos da Seleção Brasileira, partidas do Campeonato Brasileiro e clássicos regionais envolvendo o Esporte Clube Bahia. Foi uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 e também recebeu partidas de competições internacionais e estaduais. Fora do futebol, a Fonte Nova é palco frequente de grandes shows e espetáculos, reunindo artistas nacionais e turnês internacionais. Experiência para fãs: o estádio oferece estrutura moderna — arquibancadas com boa visibilidade, cobertura parcial para maior conforto, camarotes e áreas VIP, praça de alimentação e instalações sanitárias reformadas. A acústica e a dinâmica de público criam clima intenso em dias de jogo e shows, reforçada pela forte paixão dos torcedores baianos. O acesso é feito por ônibus, táxis, aplicativos e linhas urbanas; recomenda-se chegar com antecedência em eventos de grande público. Em resumo, a Fonte Nova combina tradição local e infraestrutura contemporânea, sendo referência para grandes eventos em Salvador.
Salvador, capital da Bahia, é um dos destinos mais vibrantes do Brasil: história colonial, forte presença da cultura afro-brasileira, música contagiante e praias urbanas. Aqui vai um guia prático e inspirador para aproveitar bem a cidade. Principais pontos turísticos - Pelourinho: centro histórico (Patrimônio da Humanidade) com ruas de paralelepípedos, casarões coloridos, igrejas barrocas e muito samba-reggae e Olodum nas praças. - Elevador Lacerda e Praça da Sé: conecta a Cidade Alta à Cidade Baixa, com vista para a Baía de Todos-os-Santos. - Mercado Modelo: artesanato, lembranças e restaurantes com vista para o mar. - Igreja do Nosso Senhor do Bonfim: local de romaria e das fitinhas do Bonfim; ponto de forte sincretismo religioso. - Farol da Barra e Forte de Santo Antônio: pôr do sol famoso e Museu Náutico. - Igreja de São Francisco: interior adornado em talha dourada — impressionante exemplo do barroco. - Praias: Porto da Barra (boa para banho e pôr do sol), Praia do Farol da Barra, Itapuã e as ilhas próximas (Ilha dos Frades, Morro de São Paulo em passeios mais longos). - Dique do Tororó: esculturas dos orixás na água, boa pedida para fotos. Gastronomia A culinária baiana é um dos grandes atrativos. Experimente: - Acarajé (vendido pelas baianas na rua): bolinho frito de feijão-fradinho com vatapá, caruru e camarão. - Moqueca baiana (peixe ou camarão): leite de coco, dendê e coentro. - Vatapá, caruru, bobó de camarão, cocada e tapioca. Dica: muitos pratos são oferecidos em barracas de rua e restaurantes; leve dinheiro para pequenas compras. Cultura local A influência africana é expressa em música (samba-reggae, axé), dança (capoeira) e religião (Candomblé). Assista a apresentações de blocos como Olodum no Pelourinho e, se possível, participe das celebrações locais: Carnaval em Salvador (fevereiro), Lavagem do Bonfim (janeiro) e Festa de Iemanjá (2 de fevereiro, em Barra). Dicas práticas - Melhor época: setembro-novembro ou fora do Carnaval para menos multidões; Carnaval é imperdível, mas lota a cidade. - Segurança: fique em áreas turísticas durante a noite, cuidado com pertences em praias e transporte público; prefira táxis oficiais ou apps (Uber). - Dinheiro e cartões: cartões aceitos em muitos lugares, mas leve reais em espécie para feiras e baianas do acarajé. - Saúde e conforto: protetor solar, repelente e água engarrafada. Roupas leves e calçados confortáveis para pedras e ladeiras do Pelourinho. - Respeito cultural: peça autorização antes de fotografar pessoas em cerimônias religiosas; trate com respeito praticantes de Candomblé e vendedores locais. - Transporte: caminhar no centro histórico é a melhor opção; use o Elevador Lacerda para deslocamentos rápidos entre Cidade Alta e Baixa. Aproveite Salvador com curiosidade: deixe-se levar pela música, pelos sabores e pelo calor humano baiano. Boa viagem!